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TPM

Manutenção Especializada: A rota de 6 etapas para implantar este pilar

By 19 de junho de 2020 No Comments

Posso te afirmar com 100% de certeza que este pilar do TPM é o mais abordado aqui em nosso canal e basicamente já provemos a você todos os recursos que precisa para implementá-lo. Talvez o detalhe que falta para você é organizar toda a linha de raciocínio, uma vez que as postagens não seguem uma ordem cronológica de implementação.

Manutenção Especializada está relacionada ao cérebro da manutenção. Neste caso o PCM e Engenharia de Manutenção. Já trabalhei em empresas que possuíam as duas áreas. Outras somente a primeira e algumas nem isso… 100% de manutenção corretiva e sem uma previsão em um intervalo curto de tempo em que este cenário pudesse melhorar.

Mas fique tranquilo. Irei abordar todos os passos aqui e irei também marcar alguns termos que quando aparecerem em uma tonalidade diferente e sublinhado irá bastar você clicar que será direcionado ao artigo que irá entrar no detalhe de como tudo funciona.

Vamos?

Etapa 1: Cadastro de equipamentos

Antes de dar manutenção em equipamento é necessário que você identifique que equipamento é este. Então é de suma importância ter essa listagem separando nos 5 níveis de cadastro de equipamentos.

Etapa 2: Análise de Criticidade do equipamento

Qual estratégia utilizar? Preditiva, preventiva, inspeção, lubrificação? Ou posso aceitar a corretiva?

A análise de criticidade irá te permitir em uma escala de A à C (sendo A o mais crítico) se a falha de um determinado equipamento irá influenciar na segurança, imagem da empresa, faturamento dentre outros fatores. Baseado neste resultado você irá definir qual a melhor estratégia para poder fornecer à empresa o melhor resultado possível (lembre-se que, com exceção de uma prestadora de serviço, uma empresa vende seu produto final, não manutenção. O foco deve estar em produzir!).

Ou seja, a criticidade irá te ajudar a identificar onde você deve direcionar melhor seus recursos sem estourar o custo de manutenção.

Etapa 3: Criar os planos de manutenção

Os planos de manutenção são atividades pré-estabelecidas que devem ser executadas com determinada periodicidade. Seja ela medida por calendário (dia, mês, anos, por exemplo), unidade de tempo (horas), quilometragem ou de acordo com uma curva de tendência (manutenção preditiva).

Todas as ordens de serviço devem estar em um Mapa de 52 Semanas para facilitar a equipe de PCM no aprovisionamento de recursos e programação junto aos setores envolvidos.

Etapa 4: Indicadores de manutenção

Já dizia o filósofo: O que não é medido não pode ser melhorado. Os indicadores de manutenção são instrumentos que permitem avaliar e comparar a situação atual da sua empresa com você mesmo (em períodos diferentes, é claro), com concorrentes do mesmo setor e propor melhorias para que resultados ainda melhores sejam atingidos. Temos um arquivo onde falamos dos que eu considero como principais (clique no link destacado acima e confira).

Etapa 5: Rotina de manutenção

Após todos os passos acima executados é o momento de colocar tudo para rodar em uma rotina. O planejador de manutenção será responsável por prover os recursos antes que uma OS vá para execução enquanto o programador de manutenção irá programar as ferramentas especiais e a parada junto com todos os envolvidos.

Basicamente uma rotina ideal seria:

  1. Planejador prover recursos para as OS’s.
  2. Programador insere em uma programação as OS’s do Back-log e às indicadas para aquela semana no Mapa de 52 Semanas (inspeções sensitivas, preventivas, preditivas, lubrificação dentre outras possíveis)
  3. Equipe de execução executa a programação finalizada na semana anterior. Ao mesmo tempo reabastece o PCM com novas solicitações identificadas em campo.
  4. PCM dá baixa nas OS’s e alimenta os indicadores de performance
  5. Uma análise é feita para identificar se o resultado esperado foi obtido e, caso não tenha sido, um plano de ação é realizado para tal.

É sempre muito importante ter um time de manutenção que trabalhe em sincronismo.

Além disso é bom verificar que é quase impossível viver trabalhando utilizando apenas planilhas de Excel. Um software de manutenção ajuda e muito em neste controle. E claro, o Melvin está aí para te ajudar com excelente custo/benefício.

Etapa 6: Engenharia de Manutenção

Equipe especializada por promover melhoria nos equipamentos, atualização dos planos de manutenção, realização de análise de falhas e formar equipes multidisciplinares que irão trabalhar em todos os pontos indicados acima.

E na sua empresa, você consegue identificar todos os pontos listados acima? Conte pra gente!

 

 

 

 

 

 

Igor Silveira

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